Goiânia, sbado, 21 de outubro de 2017
16/06/17 3353 visualizações

Por R$ 406,6 milhões, governo terceiriza ensino profissionalizante





Depois da saúde e educação, a onda de terceirizações da gestão Marconi Perillo (PSDB) chega à rede de ensino profissionalizante. Ao todo, o governo vai gastar R$ 406,6 milhões pelos quatros anos de contrato, com cada uma das cinco OS recebendo R$ 81,3 milhões, conforme revela o jornal O Popular desta sexta-feira (16).

Como era de se esperar, as OSs selecionadas não têm experiência na das unidades da Rede Pública Estadual de Educação Profissional, que é formada por 23 Institutos Tecnológicos do Estado de Goiás (Itegos), 60 colégios tecnológicos (Cotecs) e laboratórios móveis.

A Centeduc foi criada em 2015 e, mesmo assim, venceu o chamamento público para cinco Itegos e 10 Cotecs. É a mesma situação de outras áreas nas quais as OSs também são responsáveis pela gestão.

Na educação, por exemplo, um dos chamamentos foi até suspenso pela Justiça, os promotores do Ministério Público de Goiás apontaram, dentre outros problemas, falta do princípio da gestão democrática do ensino e o possível uso indevido de recursos do Fundeb, além de ausência do devido credenciamento e idoneidade das OSs que haviam sido selecionadas. 

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