Goiânia, sexta, 24 de novembro de 2017
11/09/17 2962 visualizações

Goianésia: rodízio penaliza moradores e Jalles vira chacota





Anunciado no início de fevereiro presidente da Saneago pelo governador Marconi Perillo (PSDB), no facebook, o ex-prefeito de Goianésia, Vale do São Patrício, Jalles Fontoura já deixa seu rastro. Até a cidade onde administrou até dezembro passado sofre com o desabastecimento. 

Apesar de negar a existência de racionamento, a cidade natal de Jalles definiu dias ímpares e pares entre sul e norte no rodízio "informal" feito pela Saneago.   

Não é só no interior que a população está com as torneiras vazias. 20 bairros ficam por dia, em média, sem água na Região Metropolitana de Goiânia. Mas Jalles, Marconi e José Eliton insistem que não há rodízio. Em Goianésia, o prefeito Renato de Castro (PMDB) sabe que não pode esperar e já determinou a perfuração de poços para evitar um colapso.

Nas ruas, o que se ouve da população é tudo, menos que alguém esteja surprezo. Jalles conseguiu desmantelar uma das melhores cidades do interior do Brasil, no quesito financeiro/administrativo. Sem contar sua passagem pela Goialli S/A. Curva de rio que é, a gestão Marconi/Eliton não deixou o ex-prefeito dois meses desempregado e o contratou com vencimentos de R$ 46 mil/mês, na estatal.

Como legado, Jalles deixou aos goianesienes uma horta de cebola, que ele chamava de ciclovia. Na Saneago, já conseguiu criar a maior crise hídrica da história dos goianos e já adiou por tres vezes o sistema produtor Mauro Borges. A obra estava prevista para 2011, mas já foi adiada 22 vezes. 

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