Goiânia, sbado, 18 de novembro de 2017
07/11/17 1004 visualizações

De olho em 2018: Marconi recria 220 funções comissionadas





Como de costume, o governador Marconi Perillo (PSDB) continua com as canetadas que, além de sangrar os cofres públicos sem nenhum pudor, só servem para diminuir seu desgaste e evitar uma derrota vergonha na eleição de 2018. A mais nova é a que cria ou reativa 220 funções comissionadas, que poderão custar até R$ 500 mil por mês ao Estado.  

Segundo o governo, serão 180 funções com remunerações que variam de R$ 1,4 mil a R$ 5,25 mil para os colégios militares que Marconi prometeu inaugurar no Estado. As outras 40 terão custo de R$ 1,3 mil e são para a Goiasprev.

No caso da Goiasprev, não é a primeira vez que Marconi usa o órgão para fazer agrados políticos. Em agosto, o tucano revogou a suspensão de 583 funções comissionadas que ele mesmo tinha fechado, sob o argumento de contenção de gastos. Como ele viu que sua popularidade estava em baixa, decidiu revogar a suspensão, gerando um impacto de R$ 8 milhões ao ano.

Nunca é demais lembrar que um dos discursos mais frequentes de Marconi e de seu vice José Eliton (PSDB) é de que a crise afetou a arrecadação, impossibilitando investimentos e até pagamentos de data-base para os servidores. Curiosamente, não impediu o aumento de funções comissionadas que, ainda que sejam para cargos efetivos, poderiam ser aplicadas em áreas com a saúde ou a segurança pública. 

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