Goiânia, quinta, 24 de maio de 2018
16/01/18 1101 visualizações

Cai a máscara: privatizada por Marconi, Celg piora o serviço



Reprodução/O Popular

Mais uma promessa do governador Marconi Perillo (PSDB) não foi cumprida. Depois de sucatear a Celg, o tucano insistiu na privatização, argumentando que era a única forma de melhorar o serviço, mas, mais de um ano depois que a companhia passou para as mãos da italiana Enel, o serviço conseguiu ficar pior do que está.

A piora do serviço com a privatização pode ser medida em números. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em novembro de 2017, com a Celg já privatizada, os goianos ficaram, em média 4,78 horas sem energia. No mesmo mês de 2016, o período foi de 2,98 horas.

“Isso é resultado de muitos anos de descaso do poder público”, afirma o analista do Instituto para Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), Cristiano Palavro, em entrevista ao jornal O Popular.

Na reportagem, as quedas de energia e o péssimo serviço impedem o crescimento do Estado e prejudicam produtores rurais, que perdem parte da produção com frequência.

Nunca é demais lembrar as promessas de Marconi, que cansou de dizer que o serviço melhoraria. ““Pela primeira vez todos vão perceber que a Celg é um patrimônio dos goianos. Ela vai ser eficiente”, declarou ele em dezembro de 2016, logo após o leilão da Celg, vendida a preço de banana.

Outra promessa feita por ele foi de investimentos, que, até agora, não ocorreram “Novas subestações serão construídas ou ampliadas, assim como as linhas de distribuição. Goiás se transformará em um dos estados mais bem servidos na área de energia”, disse ele na mesma época.

Diante de tudo isso, fica provado que a intenção mesmo era apenas vender a Celg para torrar o dinheiro da empresa. Como antes, o serviço da companhia continua péssimo, mas quem sofre é a população. 

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