Goiânia, sbado, 21 de julho de 2018
16/01/18 2612 visualizações

Nelto: Marconi vendeu a Celg, isentou R$ 8,4 bi e não temos energia





O líder do MDB na Assembleia, deputado José Nelto, criticou a piora do serviço prestado pela Celg após a privatização. "Eleito governador em 2010, Marconi boicotou o acordo assinado por Alcides, na época, que salvaria a companhia e depois não conseguiu fazer nada que não fosse contrair empréstimos em moeda estrangeira", destaca Nelto. 

Apesar do governo sempre negar o acordo entre Alcides Rodrigues, a Eletrobrás e a Caixa Econômica Federal, documentos provam que um protocolo de intenções com a Eletrobrás, bem como um Contrato de Mútuo com a Caixa Econômica Federal, onde o Estado receberia um empréstimo de R$ 3,728 bilhões e sanearia as dívidas da companhia, mas Marconi não aceitou. 

"Apesar de ter uma receita de R$ 9 bi, venderam a Celg por apenas R$ 1,5 bi e ainda concederam R$ 8,4 bilhões em isenção fiscal, com prejuízo aos repasses de ICMS de Goiás e todos os municípios goianos", disse o deputado. 

Mesmo com a promessa do governador Marconi Perillo (PSDB) e de seu vice José Eliton (PSDB) de que haveria melhorias na qualidade dos serviços de energia com a venda da Celg, a realidade para os goianos é bem diferente. 

Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica(Aneel), em novembro de 2017, com a Celg já privatizada, os goianos ficaram, em média 4,78 horas sem energia. No mesmo mês de 2016, o período foi de 2,98 horas. Mesmo assim, empresária e consumidores residenciais continuam recebendo talões salgados. 


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