Goiânia, domingo, 24 de junho de 2018
25/05/18 81 visualizações

Caminhoneiros param o país e Eliton se cala sobre 2º ICMS mais caro





Com Brasília em pânico dianta da força do movimento dos caminhoneiros que parou o país nos últimos dias, o governador José Eliton (PSDB) finge que não é com ele. Goiás cobra o 2º ICMS mais caro da nação: 30% na gasolina, 25% do etanol e 16% no diesel.

O reflexo disso é o repasse desta pesada carga tributária estadual às bombas dos consumidores. O próprio Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto) culpou Marconi e Eliton pelo combustível em Goiás ser tão caro. 

O valor do ICMS cobrado sobre os combustíveis em cada Estado é definido pelo governo, que pode ser entre 25% e 34% do valor total dos mesmos. Quando Marconi assumiu, em 1999, era por volta de 20% e foi elevando até chegar a marca estratosférica atual.

“O único jeito de diminuir o preço dos combustíveis é diminuindo definitivamente as alíquotas. Goiás é o segundo Estado com maior índice e, por isso, tem a segunda gasolina mais cara do País, perdendo apenas para o Rio de Janeiro”, explica o advogado do Sindiposto, Antônio Carlos de Lima.


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