Goiânia, sexta, 20 de julho de 2018
22/06/18 983 visualizações

Caiado quer barrar empréstimo que eleva endividamento do Estado





O senador Ronaldo Caiado (Democratas) quer barrar um novo empréstimo que a gestão José Eliton (PSDB) quer fazer na conta do povo goiano. Leia aqui. O parlamentar já apresentou requerimento de convocação do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e convite do presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, para que prestem esclarecimentos sobre o empréstimo de R$ 510 milhões. 

Goiás tem nota C no ranking de capacidade de pagamento (CAPAG) do Tesouro Nacional, quando a exigência é que se tenha notas A ou B para a União autorizar esse tipo de operação. Com uma dívida consolidada de mais de R$ 19,5 bilhões, o governo de Goiás continua querendo promover uma verdadeira sangria nas contas públicas estaduais. 

Esta semana o democrata apresentou requerimento de convocação do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, e convite do presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, para que prestem esclarecimentos sobre o empréstimo. Goiás tem nota C no ranking de capacidade de pagamento (CAPAG) do Tesouro Nacional, quando a exigência é que se tenha notas A ou B para a União autorizar esse tipo de operação.

“O governo já não tem mais crédito. Não tem arrecadação sequer para manter o que a Constituição determina para a saúde: há quatro anos vem descumprindo o que determina a Constituição para aplicação em saúde e educação. Agora querem R$ 510 milhões a mais. Nós sabemos para que. Querem continuar sangrando o Estado”, disse.

Outra irregularidade detectada é que a Caixa concedeu empréstimo recebendo como garantia receitas tributárias, no caso, cotas do Fundo de Participação dos Estados (FPE), o que é proibido pela Constituição. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) já alertou que o governo pode atrasar salários até outubro, ocasionado principalmente pelo alto grau de endividamente. 

A situação de endividamento vai continuar, pois o déficit orçamentário não para de crescer. Veja abaixo a herança maldita das gestões Marconi/Eliton aos cofres públicos:


2012 - R$ 351,13 milhões
2013 - R$ 526,37 milhões
2014 - R$ 1.328,25 bilhão
2015 - R$ 1.885, 40 bilhão
2016 - R$ 536,06 milhões
2017 - R$ 504 milhões
2018 - Já foi empenhado R$ 10 bi, mas arrecadação foi de apenas R$ 7 bilhões. 

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