CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
DOMINGO, 26 DE ABRIL DE 2026
ULTIMA NOTÍCIA:
Alexandre de Moraes abussa da sorte e manda investigar Michele, esposa de Bolsonaro
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Economia
  Economia
 
Dilma planeja desonerar cesta básica
Data Publicação:05/02/2013

Brasília, 5 fev (EFE).- A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que o governo planeja eliminar os impostos aplicados aos produtos da cesta básica para conter a inflação, que segundo as previsões ficará em trono de 5% este ano.

"Nós estamos estudando a desoneração integral da cesta básica dos tributos federais", declarou Dilma em uma entrevista a rádios do estado do Paraná. A presidente afirmou que o governo está revisando o conceito de cesta básica, antes de definir quais produtos serão desonerados.

A governante confirmou que uma das metas traçadas para este ano é "reduzir a taxa de inflação", que fechou em 5,48% no ano passado e, segundo cálculos do setor privado, pode ser um pouco maior em 2013, apesar de o governo trabalhar com uma previsão de 5%.

Os produtos que compõem a cesta básica subiram em média 10% em 2012, segundo cálculos de organismos sindicais independentes.

Dilma não detalhou a forma como será feita a revisão dos produtos, mas disse que a lista atual está "ultrapassada" e, por isso, é necessária uma "adaptação".

A presidente afirmou que a política de desoneração de alguns setores realizada pelo governo a dois anos, junto com a tendência de queda das taxas de juros, garantirá o crescimento da economia, que será "mais lenta", já que "o mercado internacional ainda não se recuperou" da crise global.

O governo calcula que a economia brasileira, que fechou 2012 com uma expansão menor que 1%, crescerá em torno de 4% este ano, enquanto o setor privado estima que o crescimento será de 3,10%.

Sobre a política de desonerações, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje em um fórum empresarial realizado em São Paulo que a intenção do governo é mantê-la e inclusive aprofundá-la.

Mantega fez um balanço geral das diversas medidas adotadas para reduzir "os custos financeiros e de energia", e garantiu que o Executivo propõe para este ano "uma maior redução dos custos tributários".

Segundo o ministro, "o Brasil está em uma cruzada para reduzir os custos" de produção, a fim de baratear a vida dos cidadãos e para tornar as exportações mais competitivas no mercado internacional.





Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Novo governo Onyx diz que Bolsonaro se equivocou e que não haverá aumento de imposto
- Governadora anuncia decreto de calamidade financeira no RN
- Banqueiro vê rali no mercado mesmo se Haddad ganhar eleições
- Jack Ma reconsidera promessa de criar 1 milhão de postos de trabalho nos EUA
- Dólar deve voltar a oscilar na próxima semana, afirmam analistas
- Economia brasileira cresce 0,2% no segundo trimestre em relação ao primeiro
- Dólar sobe 1,5%, encosta em R$4,15 com cena eleitoral e tem segunda maior cotação da história
- Prepare o coração: dólar já está mais volátil do que nas últimas três eleições
- Cobalto é o novo ouro e escassez já preocupa mineradores; entenda
- Saiba qual será o salário mínimo para 2019, de acordo com o governo
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Goias Real - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2020.