CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
SÁBADO, 25 DE ABRIL DE 2026
ULTIMA NOTÍCIA:
Alexandre de Moraes abussa da sorte e manda investigar Michele, esposa de Bolsonaro
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Economia
  Economia
 
Mercado reduz previsão e espera inflação abaixo do teto da meta em 2016
Data Publicação:19/12/2016
Economistas das instituições financeiras baixaram sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano de 6,52% para 6,49% e, com isso, voltaram novamente a prever a inflação dentro do intervalo do sistema de metas. A última vez que o mercado estimou que a meta de inflação deste ano não seria descumprida foi 13 de novembro de 2015, há mais de doze meses. Pelo sistema brasileiro, a meta central para 2016 foi fixada em 4,5%, mas há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima e para baixo, de modo que a inflação pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que seja descumprida. No ano passado, a inflação estourou o teto da meta ao somar 10,67% - a maior desde 2002. Apesar de estar dentro do intervalo do sistema de metas, a previsão do mercado para o IPCA deste ano ainda está distante da meta central de 4,5% estipulada para este ano. As expectativas dos analistas do mercado financeiro foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (19) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de cem instituições financeiras foram ouvidas. Para 2017, a expectativa do mercado financeiro para a inflação permaneceu estável em 4,90%. O índice está abaixo do teto de 6% para o IPCA, fixado para o ano que vem, mas ainda acima da meta central de inflação, que é de 4,5%. A autoridade monetária tem informado que buscará "circunscrever" o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016, ou seja, trazer a taxa para até 6,5%, e também fazer convergir a inflação para a meta central de 4,5% em 2017. A queda da inflação acontece em um momento de recessão na economia brasileira, com alta do desemprego e com as famílias envididadas. Produto Interno Bruto Para o PIB de 2016, o mercado financeiro manteve em 3,48% sua estimativa para o "encolhimento" do nível de atividade da economia brasileira. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. Essa será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de retração no nível de atividade da economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948. No ano passado, o recuo foi de 3,8%, o maior em 25 anos. Para 2017, os economistas das instituições financeiras baixaram a previsão de alta do PIB – que passou de 0,70% para 0,58%, informou o BC. Foi a nona queda consecutiva do indiador. Recentemente, o governo estimou um tombo de 3,5% para o PIB deste ano e uma expansão de 1% para o nível de atividade econômica em 2017. Taxa de juros O mercado financeiro manteve, na última semana, sua previsão para a taxa básica da economia, a Selic, em 10,50% ao ano para o fechamento de 2017 – o que pressupõe continuidade do processo de corte de juros no ano que vem. Atualmente, os juros estão em 13,75% ao ano. A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços. Quando julga que a inflação está compatível com as metas preestabelecidas, o BC pode baixar os juros. Câmbio e balança comercial Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 recuou de R$ 3,39 para R$ 3,38. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar subiu de R$ 3,45 para R$ 3,49. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); A projeção do relatório Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 permaneceu em US$ 47 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit ficou estável em US$ 45 bilhões.


Fonte:G1



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Novo governo Onyx diz que Bolsonaro se equivocou e que não haverá aumento de imposto
- Governadora anuncia decreto de calamidade financeira no RN
- Banqueiro vê rali no mercado mesmo se Haddad ganhar eleições
- Jack Ma reconsidera promessa de criar 1 milhão de postos de trabalho nos EUA
- Dólar deve voltar a oscilar na próxima semana, afirmam analistas
- Economia brasileira cresce 0,2% no segundo trimestre em relação ao primeiro
- Dólar sobe 1,5%, encosta em R$4,15 com cena eleitoral e tem segunda maior cotação da história
- Prepare o coração: dólar já está mais volátil do que nas últimas três eleições
- Cobalto é o novo ouro e escassez já preocupa mineradores; entenda
- Saiba qual será o salário mínimo para 2019, de acordo com o governo
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Goias Real - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2020.