CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
DOMINGO, 26 DE ABRIL DE 2026
ULTIMA NOTÍCIA:
Alexandre de Moraes abussa da sorte e manda investigar Michele, esposa de Bolsonaro
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Economia
  Economia
 
Inflação da cerveja é quase o dobro da taxa oficial
Data Publicação:26/10/2013

O verão só chega oficialmente em dezembro, mas o consumidor brasileiro já paga mais na hora de comprar cerveja, bebida que continua sendo uma das mais apreciadas no País. De janeiro a setembro, o valor médio da cerveja acumula alta de 6,52% conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicador da inflação oficial no País. No acumulado em 12 meses até setembro, o aumento da cerveja atinge 10,05%, contra 5,86% do IPCA.

No IPCA de setembro, que engloba preços colhidos em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Salvador, Recife, Porto Alegre, Belém, Belo Horizonte, Curitiba e Fortaleza, o preço da cerveja avançou 1,17%.

Na cidade de São Paulo, a situação se repete. O aumento acumulado da cerveja em 12 meses até setembro é de quase 11%, enquanto o indicador da inflação na capital paulista, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), é de 4,57%. No ano até o nono mês, a cerveja ficou 5,51% mais cara e avançou mais de 3% apenas em setembro, segundo a Fundação Institutos de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Difícil é apontar um único motivo para o encarecimento da cerveja, segundo analistas. Uma das justificativas está no aumento do preço do trigo e seus derivados no exterior nos últimos meses. A pressão estaria sendo causada pelas incertezas com a safra de grãos nos Estados Unidos e em razão de problemas climáticos na Argentina e também no Brasil.

Outro argumento é a renda aquecida, que tem garantido mais dinheiro no bolso do consumidor. Há ainda o efeito tardio da depreciação do câmbio no final do segundo trimestre. "Pode ser que seja a sazonalidade", disse o economista e coordenador do IPC-Fipe, Rafael Costa Lima.




Fonte:opovo



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Novo governo Onyx diz que Bolsonaro se equivocou e que não haverá aumento de imposto
- Governadora anuncia decreto de calamidade financeira no RN
- Banqueiro vê rali no mercado mesmo se Haddad ganhar eleições
- Jack Ma reconsidera promessa de criar 1 milhão de postos de trabalho nos EUA
- Dólar deve voltar a oscilar na próxima semana, afirmam analistas
- Economia brasileira cresce 0,2% no segundo trimestre em relação ao primeiro
- Dólar sobe 1,5%, encosta em R$4,15 com cena eleitoral e tem segunda maior cotação da história
- Prepare o coração: dólar já está mais volátil do que nas últimas três eleições
- Cobalto é o novo ouro e escassez já preocupa mineradores; entenda
- Saiba qual será o salário mínimo para 2019, de acordo com o governo
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Goias Real - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2020.