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EUA suspendem negociações comerciais com a Rússia
Data Publicação:06/03/2014

 Os Estados Unidos suspenderam, nesta segunda-feira (3), as negociações que estavam em andamento com a Rússia para estreitar seus laços comerciais e de investimentos devido à intervenção militar desse país na península ucraniana da Crimeia, informou uma fonte oficial ao jornal "Wall Street Journal".

"Devido aos últimos eventos na Ucrânia, suspendemos as negociações bilaterais - com a Rússia - sobre comércio e investimento, que estavam voltadas a aproximar nossos laços comerciais", disse à publicação um porta-voz do representante de Comércio Exterior dos EUA, Michael Froman.

A decisão se insere no pacote de medidas de pressão que os EUA preparam para tentar persuadir a Rússia a voltar atrás em sua intervenção militar na Crimeia.

A notícia da suspensão das conversas sobre futuros acordos de comércio entre EUA e Rússia acontece enquanto o presidente americano, Barack Obama, está reunido na Casa Branca com seus assessores de segurança para avaliar a estratégia que será seguida após a negativa russa de interromper suas ações militares na Crimeia.

 Após o anúncio, o governo russo anunciou que reduzirá a “zero” sua dependência econômica dos EUA se Washington impuser sanções contra o país – o que provocaria uma quebra no sistema financeiro americano.

“encontraremos uma maneira não apenas de reduzir nossa dependência financeira dos EUa, mas também nos beneficiaremos muito destas sanções”, disse Serguei Glaziev, assessor do Kremilin, à agência russa “Ria Novosti”.

Antes do cancelamento das negociações comerciais, o Pentágono também anunciou a suspensão de toda a cooperação militar com a Rússia por sua intervenção na Crimeia, o que inclui encontros bilaterais, manobras militares conjuntas, conferências previstas e visitas aos portos.

"Pedimos que a Rússia impeça a escalada da crise na Ucrânia e que suas tropas na Crimeia voltem para suas bases", afirmou em comunicado o porta-voz do Departamento de Defesa, o contra-almirante John Kirby.

O governo americano informou, pela manhã, que é "muito provável" que imponha sanções à Rússia se o país não voltar atrás em sua intervenção militar na Ucrânia.

Dentro dos esforços americanos para mediar o conflito, o vice-presidente Joe Biden telefonou para o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, com o quem falou sobre a estabilidade, a soberania e a integridade territorial do país, informou a Casa Branca em comunicado.

Além disso, Biden manteve outra conversa telefônica com o presidente da Estônia, Toomas Ilves, para falar sobre a situação na Ucrânia e os esforços da comunidade internacional para acabar com a crise.

Mais cedo, a Casa Branca e o Departamento de Estado acentuaram suas advertências à Rússia por causa de suas ações militares na península da Crimeia, que colocam os russos "no lado errado da história", nas palavras do presidente Obama. "Estamos examinando uma série de passos, econômicos e diplomáticos que isolarão a Rússia e terão um impacto negativo em sua economia e em seu status no mundo", disse Obama aos jornalistas antes de uma reunião na Casa Branca com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Por sua vez, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, viajará para Kiev, a capital da Ucrânia, para apresentar um pacote de ajuda econômica e promover a mediação internacional na crise da ex-república soviética.




Fonte:G1



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