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Durante todo o dia de sábado, 30 de maio, foi realizada mais uma edição do Projeto Trilhas Culturais, patrocinado pela Fundação Toyota do Brasil, no Parque da Juventude, em Guaíba, das 10h às 22 horas. Segundo os organizadores, o objetivo do evento anual é promover manifestações artísticas e culturais da Região e aproximá-las da comunidade, com entrada franca. Desde 2009, o Projeto Trilhas Culturais já atingiu mais de 350.000 pessoas, nas cidades em que a montadora possui unidades: Guaíba (RS), Indaiatuba (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Paulo, Sorocaba e Porto Feliz (SP). Para a atividade, foi preparado uma infraestrutura ao ar livre, garantindo um evento especial para todos, com área destinada aos portadores de deficiência, posto médico com ambulância e o apoio da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros. O projeto Trilhas Culturais tem o patrocínio da Fundação Toyota do Brasil e conta com o apoio da Toyota, Banco Toyota, Prefeitura de Guaíba, através da Secretaria de Turismo, e Cultura. Na programação, foram realizadas oficinas educativas, além de jogos e sorteios de prêmios. O encerramento do Trilhas Culturais aconteceu com dois grandes shows da banda gaúcha Bidê ou Balde e da Banda Brasiliense Maskavo. Carlinhos Carneiro, Leandro Sá, Vivi Peçanhas e Rodrigo Pilla. subiram no Palco às 20:10hs e eletrizaram os Guaibenses com seu Rock. A Bidê ou Balde é daquelas bandas que quando começam a tocar, se você conhece pelo menos um pouquinho sabe quem é eles. Não se trata de ser caricato, mas de ter estilo e personalidade. A sonoridade alegre, quase uma mistura de Blitz e Beach Boys dos pampas, conquistou o público que pode relembrar graças a eles que o rock ‘n’ roll brasileiro também é pura diversão. O vocalista do grupo, Carlinhos Carneiro concedeu pequena fala e finalmente colocou um fim, ou quase, pois cada vez que são perguntados falam algo diferente é um mistério mas afinal de onde veio o nome Bidê ou Balde? -já falamos que havia sido sugestão Luís Fernando Veríssimo (assim como dizíamos que havia sido sugestão do Otto Guerra, do Carlos Gerbase, do João Ubaldo Ribeiro, ou até do Frank Black e do Beck, Mas a verdade é que íamos chamar a banda de ‘Utensílios Domésticos’, um dos guris não tava curtindo ou entendendo, e o nosso batera da época, o Sandro, disse “Utensílios Domésticos… Como Bidê, ou Balde”, e o cara respondeu “Bidê ou Balde é bem melhor” e ficou. Maskavo co seu reggae romântico Já a banda de Reggae Maskavo Com o foco no lado romântico do reggae jamaicano, mas com mistura e influências brasileiras e letras que abordam o amor, a paz e a positividade. É composta por Marceleza, Prata e Bruno Prieto e eles voltaram mais uma vez ao Rio Grande do Sul, desta vez foi na cidade berço da revolução Farroupilha, Guaíba, Mas parece que os guris (acho que já podemos chamar eles assim) nunca saíram daqui. É que muita gente pensa que o Maskavo é uma banda gaúcha, porque eles já tocaram no Planeta Atlântida, seu primeiro DVD foi gravado no Teatro São Pedro e vira e mexe eles estão sempre em algum palco gaúcho, seja da Capital ou de alguma cidade do interior dos Pampas. E além disso, o único integrante da formação original, Prata, é daqui do estado é de Erechim. O vocalista Marceleza Lembra que Maskavo é uma banda de reggae de Brasília mais gaúcha. “ -Quando arriscamos a fazer uma turnê pelo estado a banda explodiu para o Brasil todo Depois dessa empreitada nunca mais paramos de tocar e a banda se profissionalizou de vez. “ Mas a história deste trio começou bem longe dos pampas. Foi em Brasília, em 1993. E quem aí nunca cantou “Um Anjo do Céu”! Nelson Goulart
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