Em sessão plenaria noturna, fora o horário normal de votação do Senado, e com ampla presença, o plenário do Senado rejeitou na noite desta terça-feira, 9, proposta de emenda à Constituição que acabava com a figura do segundo suplente e proibia parentes na chapa, um projeto moralizador que tentava responder à pauta das ruas. O texto precisava de 49 dos 81 votos da Casa. Recebeu 46, com 17 contrários e uma abstenção. A ausência de 16 senadores ajudou a enterrar o projeto - ausências equivalem a um voto não.
A derrubada da proposta teve ainda o decisivo apoio dos suplentes. Dos 16 que exercem o mandato, oito foram contrários à PEC: Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Clésio Andrade (PMDB-MG), Eduardo Lopes (PRB-RJ), Gim Argello (PTB-DF), Ruben Figueiró (PSDB-MS), Wilder Morais (DEM-GO) e Zezé Perrella (PDT-MG). A proposta era de autoria do ex-presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP).
Desta forma, o senado, da enfase ao nepotismo, podendo contratar parentes.
Dentro em pouco será em uma visão de mudança radical, uma necessaria intervenção do exercito, Brasilieiro no poder legislativo, ao estilo do Egito, por não atender as necessidades do povo Brasileiro.
Mas com uma diferença, o Presidente ate o momento fica.
Fonte:prof. Sandro Libra
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