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Dilma: vigilância; não controle da rede
Data Publicação:25/09/2013

Um dia depois de anunciar na ONU a sua disposição em impulsionar princípios globais para o uso da internet, a presidente Dilma Rousseff esclareceu que não quer propor o controle da rede, mas sim sua vigilância.

"Nós não estamos pedindo a interferência da ONU. Não estamos dizendo "ONU, controle a internet". Nós não concordamos com esse tipo de controle. Estamos dizendo "ONU, preserve a segurança, não deixe que a próxima guerra se dê dentro do mundo cibernético, com hackers e tudo"."

Em conversa com os jornalistas, em Nova York, porém, a presidente repetiu que um dos pontos mais importantes do novo marco civil da internet será o estabelecimento da regra de que dados relativos ao Brasil deverão permanecer armazenados em território nacional.

Em relação ao escândalo de espionagem no qual a presidente focou seu discurso, ontem, na abertura da 68a Assembleia-Geral da ONU, Dilma disse que "nada do que foi dito era do desconhecimento das autoridades americanas".

No discurso, a brasileira afirmou que as denúncias de que o governo americano mantém um abusivo aparato de espionagem que tem ela e a Petrobras como alvos prioritários "afrontam" os princípios da comunidade internacional e são uma "grave violação dos direitos humanos".

De acordo com Dilma, o futuro da relação entre Brasil e Estados Unidos "terá de ser construído" a partir da resposta que for dada.

"O que nós colocamos sempre é que era necessário primeiro desculpas e segundo uma clara determinação de não acontecer [de novo]", disse.

Dilma questionou o fato de o autor do vazamento de informações sigilosas que fundamentou as denúncias, o ex-técnico da CIA Edward Snowden, trabalhar na agência havia apenas quatro meses.

"Como um funcionário que está há quatro meses numa empresa privada pode ter dados do Brasil, da minha pessoa, das empresas brasileiras? Essa é a pergunta que vai ter de ser esclarecida não só para o Brasil, mas para vários países."

Na semana passada, Dilma cancelou uma visita de Estado que faria ao colega Barack Obama em outubro por "falta de apuração" sobre o episódio.

Ela repetiu, no entanto, hoje, que a relação bilateral "ultrapassa isso". 




Fonte:folhapress



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